AÇÕES POLICIAIS – Homem é preso por venda ilegal de remédios, fogos de artifício e cigarros em depósito de doces de Cabo Frio

A polícia afirmou que os produtos eram vendidos no bairro Guarani. Material foi apreendido e levado para a 126ª DP, onde o caso foi registrado.

Produtos foram apreendidos em depósito no bairro Guarani e levados para a 126ª DP (Foto: Polícia Militar | Divulgação)

Um homem foi preso na manhã deste domingo (8) por vender ilegalmente medicamentos, fogos de artifício e cigarros em um depósito de doces de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. A polícia afirmou que os produtos eram vendidos no bairro Guarani.

Todo o material foi apreendido por volta das 11h e levado para a 126ª DP, onde o caso foi registrado. Segundo a polícia, foi preciso acionar um caminhão de mudanças para apreender todos os produtos.

Os policiais informaram que os medicamentos encontrados no local não tinham notas fiscais e eram vendidos sem receita. Além disso, a polícia disse que o depósito de doces não possuía licença da vigilância sanitária para a venda dos medicamentos.

Com relação aos cigarros, a polícia informou que eles estavam escondidos nos fundos do terreno do depósito e que eram distribuídos a pequenos comerciantes da cidade. Segundo os policiais, a maioria foi contrabandeada do Paraguai e não pode ser vendida no Brasil.

Já os fogos de artíficios, a polícia disse que eram vendidos no caixa do depósito, o que não é permitido.

Denúncia
A polícia disse que a fiscalização no local aconteceu depois de uma denúncia de que um homem estaria armado, constrangendo e ameaçando várias pessoas no local. De acordo com os policiais, segundo as descrições físicas e das roupas, foi identificado que o suspeito era o dono do depósito.

Ao chegar no local, a polícia informou que o homem disse que não possuía arma de fogo, momento em que começou a busca no interior do depósito e foram encontrados os produtos. A arma não foi encontrada.

De acordo com a Polícia Civil, ele foi conduzido à 126ª DP, onde ficou preso e vai responder pela venda ilegal dos produtos apreendidos.

Fonte G1/Inter TV


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