JUVENTUDE ALDEENSE COM WAGNER MUNIZ – Caiu na rede, viralizou

 

Por Wagner Muniz

 

A internet é uma ferramenta poderosíssima, e isso ninguém pode negar. Haja vista que a plataforma digital tomou o seu espaço, e com esta expansão, isolou alguns produtos físicos a torná-los digitais, tais como: discos e livros, e, sem contar que, hoje, executamos atividades que não eram possíveis sem a sua locomoção, por exemplo; realizar compras, enviar fotos ou simplesmente um e-mail, são uns dos vários exemplos no qual podemos executá-los sem sairmos do domicílio.

De acordo com a Constituição, o acesso à informação é um direito de todo o cidadão. Ora! Mas, o que está acontecendo afinal? Se informação é o combustível da nova economia, porque somente uma minoria tem acesso a ela? Portanto, os determinantes econômicos e sociais são fatores decisivos para uma maior possibilidade de conexão à internet, e consequentemente participação do mundo globalizado, fatores estes como: classe social, idade, e região do mundo onde se está situado. Segundo Souza (2000, p. 5).

Os avanços tecnológicos são evidentes ao ser humano. Em razão disto, temos a chamada globalização, possibilitada através das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação), proporcionando grandes desenvolvimentos nas ciências, aproximando pessoas e países. Contudo, podemos ressaltar uma grande problemática que infringe normas legais, como o vazamento e mercantilização de dados pessoais de clientes e a fragilidade da segurança digital do consumidor. Os ciberataques, como se convencionou chamar os incidentes globais de data breach (vazamento de dados), são uma consequência da sociedade de informação, também denominada sociedade da relevância (MARTINS, 2014, p. 33) em que o acesso a perfis e informações pessoais dos usuários torna-se o maior capital existente e desejável pelos Estados e empresas mundiais (SCHERKERKEWITZ, 2014, p. 25). O fato é que, até a Agência de Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA), dos Estados Unidos foi hackeada.

É inimaginável, a celeridade em que as notícias, fotos e vídeos se propagam na rede, é magnífico o modo em que um simples vídeo viraliza e se espalha na web, passando por diversos estados, países, continentes… deixando pessoas famosas da noite para o dia. E assim aconteceu comigo e minha mãe, a dona Maria Luzia Muniz, que após a publicação do vídeo de 30s em minhas redes sociais, nossa simples brincadeira — não proposital — em menos de 3 dias alcançou milhões de visualizações (“Mãe, fala com Patrícia” / “Quem é Patrícia?” / Quem Patrícia é essa, Wagner?” / “Quem é essa de roupa vermelha?”) conquistando cerca de milhares de compartilhamentos, curtidas, comentários e retweets. Conclusão: Caiu na rede, viralizou! Obrigado pelo carinho.

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