JUVENTUDE ALDEENSE COM WAGNER MUNIZ – Retrospectiva e Parênteses

 

Por Wagner Muniz

 

Bastou que me deitasse, para relembrar alguns momentos que se passaram ao decorrer deste ano e, refletir o status quo. Um ciclo se encerrando e uma nova etapa começando, pude viver sonhos e dar vida a sonhos de outros jovens, conheci gente nova, lugares novos e novidades (o novo sempre vem). Retrospectiva é como um déjà vu. Se vivi, quero viver mais, e continuar a viver com a esperança que nos move, e eu quero lhe contar como eu vivi e o que aconteceu comigo.

Final de ano é sempre assim: povo eufórico, festividades, ruas congestionadas, fartura (muita fartura), aspirações, listas e mais listas de possíveis realizações (obras paradas), os que estouram champanhe e os que estouram lâmpadas, ao que comemora por motivos e os sem motivos à comemorar. Aqueles que leem Memórias Póstumas de Brás Cubas e aos que releem o Cortiço de Aluísio de Azevedo, ah, e temos também os que se utilizam da hermenêutica jurídica e interpretam Para Uma Revolução Democrática da Justiça, de Boaventura Souza Santos e aplicam a grafia.

A magia do Natal e das festas de fim de ano é que os votos devem ser verídicos, seus atos devem ser solidários e caridosos, sorrisos arrancados de rostos tristes, abraços apertados aos amargurados, ofertar à pessoas que não têm o que comer ou vestir, alimentar sonhos de juvenis desmotivados e avivar a fé daqueles descrentes na transformação da água para o vinho.

Sendo assim, esta é uma carta aberta ao Brasil, a retrospectiva não deve ser eufemismo, deve ser realismo. Nada da versão do “sonho americano” à brasileira. Meus então mais sinceros votos ao próximo ano que há de vir. Empatia é a palavra para 2019. Colocar-se no lugar do outro e sermos pessoas melhores, reconhecendo a singularidade de cada um, apartando-se dos preconceitos e das ideias de superioridade. Sejamos fraternos e humanos!

 

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