AÇÕES POLICIAIS – Pai e filho PMs são suspeitos de matar vizinho durante briga em Maricá

Segundo a polícia, Paulo Cesar Pinto Rajão, de 50 anos, foi morto com 2 tiros após discutir com um PM reformado e com o filho dele, PM lotado no 12º BPM (Niterói)

 

Pai e filho – ambos policiais militares, um deles reformado – são suspeitos de assassinar um vizinho em Itaipuaçu, Maricá, na Região dos Lagos, Rio de Janeiro, na noite de sábado (4).

A investigação da Polícia Civil indica que Paulo Cesar Pinto Rajão, de 50 anos, foi morto com dois tiros após discutir com o PM reformado Renato Ferreira Rodrigues, e com o filho dele, José Renato Cardoso Rodrigues, policial lotado no 12º Batalhão de Polícia Militar, em Niterói.

A briga teria começado por causa de um carro estacionado próximo à garagem de um dos policiais.

A reportagem apurou junto à polícia que, segundo informações preliminares, durante a discussão José Renato atirou na perna da vítima, que caiu no chão. Em seguida, Renato, pai de José Renato, disparou no rosto de Paulo, que morreu no local.

O PM reformado fugiu e José Renato foi preso em flagrante. O policial do 12º BPM alegou ter agido em legítima defesa, mas segundo apurado pela equipe de reportagem o exame de corpo de delito não indicou que o agente tenha sofrido qualquer lesão.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) que, além de prender José Renato em flagrante, também pediu à Justiça a prisão preventiva do PM reformado.

A Polícia Civil informou que tem feito novas diligências e que busca imagens e testemunhas que possam ajudar nas investigações.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que equipes do 12°BPM (Niterói) foram acionadas para ocorrência na rua 14, em Itaipuaçu.

Na nota, a pasta confirma que dois policiais militares, sendo um da ativa e o outro reformado, se desentenderam com um vizinho.

“Os militares vieram a efetuar disparos de arma de fogo, o vizinho foi ferido e não resistiu. A 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e a Delegacia de Homicídios foram acionadas. O policial militar da ativa foi encaminhado para a Unidade Prisional da Polícia Militar.”

 

Fonte G1/Inter TV




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