Ansiedade: um transtorno que precisa ser desmistificado e, acima de tudo, tratado

Alguma vez você sentiu tensão muscular, mudanças no sono ou que uma preocupação excessiva com algo? Em muitos casos, todos estes são sintomas de uma das doenças mais comuns do mundo: a ansiedade. Porém, estar ansioso e ter um transtorno de ansiedade são coisas bem diferentes e, por isso, torna-se necessário desmistificar estes conceitos e entender de que maneira a doença afeta a população e como pode ser combatida. E isso é ainda mais importante no cenário brasileiro que, ao longo dos anos, tem se demonstrado o mais ansioso do mundo.

A ansiedade pode ser definida como uma perturbação psicológica, que se caracteriza essencialmente por sentimentos como inquietação extrema e receios perante tarefas simples. Ser ansioso é um sentimento natural do ser humano; já os transtornos de ansiedade são crônicos e geralmente contínuos por um período mínimo de seis meses.

Apesar da definição ser simples, para o doente pode ser complicado decifrar o que está sentindo e, por isso, é importante conhecer os sintomas da doença, que passam por mudanças físicas e mentais. Entre os sintomas físicos mais comuns destacam-se o cansaço, aparente falta de ar e suores. Por sua vez, os sintomas psicológicos podem acarretar perturbações de sono, medos despropositados e apetite em excesso.

A ansiedade pode também dividir-se em vários tipos, como o transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, fobia social e fobia a algo específico, como a locais fechados (claustrofobia). Desta forma, é difícil determinar as causas associadas à doença, podendo ser uma predisposição genética, o meio ambiente ou alguma doença física que influencie.
Extremamente comum ao redor do mundo, no que diz respeito a esta doença o Brasil demonstra uma taxa de ansiedade em ascensão. De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2020 cerca de 9% da população, ou seja, 18,6 milhões de brasileiros, sofriam de transtorno de ansiedade, o que posiciona o país como o mais ansioso do mundo.

(vídeo)
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Pela dimensão do problema e a necessidade de conscientização da sociedade, o país uniu-se ao desenvolver diversos projetos destinados a auxiliar pessoas que passam por este tipo de doença. Exemplo disso é a iniciativa “Calma nessa hora”, uma dinâmica que visa auxiliar gratuitamente e voluntariamente brasileiros em momentos mais complicados, como elevados níveis de estresse e ansiedade.

Comece por mudar os seus hábitos

Um dos maiores dilemas para quem vive com ansiedade é encontrar a melhor forma de a tratar, algo possível através de atividades usuais do quotidiano ou, em casos mais extremos, de medicação. O primeiro passo para mudar a sua predisposição à ansiedade é exatamente mudar alguns dos seus hábitos. Encontrar o hobby perfeito para relaxar a mente, ter uma
rotina organizada, fazer meditação, terapia e exercício físico são algumas das coisas que você pode fazer para melhorar o seu bem-estar.


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Na verdade, o entretenimento tem um papel fundamental neste percurso e, por isso, foram criados jogos especialmente com esse objetivo, como é o caso do Viridi, disponível para smartphone e desktop, que tem como objetivo fazer o jogador relaxar através da jardinagem e da plantação de suculentas.

Por outro lado, jogos como o blackjack, atualmente disponíveis online, também contribuem de maneira relevante para a saúde da mente, uma vez que permitem melhorar o raciocínio e a inteligência emocional através dos diferentes valores das cartas e das suas variedades, como o
Blackjack Switch ou o Pontoon. Também a sétima arte sentiu a necessidade de se voltar para este assunto e, por isso, foram produzidos filmes como o brasileiro “Depois a louca sou eu”, protagonizado por Débora Falabella, uma mulher que vive com ansiedade.
Se você é adepto de livros, também existem opções interessantes que tratam desse assunto. Entre os livros mais famosos para a ansiedade destacam-se “A Redoma de Vidro”, de Sylvia Plath, um romance que aborda doenças mentais através da história de uma universitária. Outra opção de leitura é “Mrs Dalloway”, da autora Virginia Woolf, um clássico no qual todas as personagens têm uma associação a doenças psicológicas.

Como ficou claro, doenças psicológicas como a ansiedade vem ganhando espaço junto à sociedade e o Brasil não foge à regra. Por isso, é essencial apostar não só em auxílio, mas também em campanhas de sensibilização, capazes de desmistificar a doença. Por outro lado, encontrar meios de relaxar a mente é a melhor forma de prevenir a doença. Encontre o seu hobby preferido e mantenha a ansiedade bem longe.


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