Wagner Muniz é selecionado para participar de Programa criado pela ONU

O jovem aldeense e ativista social Wagner Muniz, de 22 anos foi selecionado para participar de Programa de voluntariado do Unicef Brasil. Estudante de Direito na Estácio e Serviço Social na Universidade Federal Fluminense (UFF), o mobilizador social atua como militante e defensor dos direitos das crianças, adolescentes e jovens desde o colegial. Tendo como enfoque a participação sociopolítica e protagonismo juvenil por meio de projetos sociais no qual oportunizem o empoderamento e a participação sociopolítica de meninos e meninas nos espaços de poder e discussões públicas.

Criado pela Organização das Nações Unidas em 1946, o UNICEF promove os direitos e o bem-estar de crianças e adolescentes em 190 países e territórios. O UNICEF é guiado pela Convenção sobre os Direitos da Criança e é o principal defensor global de meninas e meninos. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) foi criado em 11 de dezembro de 1946, pela Organização das Nações Unidas (ONU), para atender, na Europa e na China, às necessidades emergenciais das crianças durante o período pós-guerra. O UNICEF tornou-se parte permanente das Nações Unidas em 1953.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) trabalha em alguns dos lugares mais difíceis do planeta, para alcançar as crianças mais desfavorecidas do mundo. O UNICEF dedica-se a assegurar proteção especial às crianças menos favorecidas, vítimas de guerra, desastres, pobreza extrema e de todas as formas de violência e exploração, como também àquelas com deficiências. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) recebeu da Assembleia Geral da ONU o mandato de defender e proteger os direitos de crianças e adolescentes, ajudar a atender suas necessidades básicas e criar oportunidades para que alcancem seu pleno potencial.

Wagner é possuidor de um currículo de larga experiência com atuações na ALERJ, MPRJ, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA, de São Pedro da Aldeia – RJ), Representante do Estado do Rio de Janeiro na Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), mediador da Fundação Ulysses Guimarães – RJ, participações em Conferências (municipais, estaduais e nacional), audiências públicas, mesas e rodas de debates sobre a Proteção Integral dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes.

De acordo com o Governo Brasileiro e parceiros, a grande relevância do trabalho do UNICEF está na capacidade de identificar, monitorar, coletar, produzir dados e trabalhar pelos direitos de crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade social. No Brasil, o UNICEF tem um escritório nacional em Brasília e oito escritórios zonais sediados em Belém, Fortaleza, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo, e um escritório temporário em Boa Vista.

Wagner Muniz está participando da nova edição do Tamo Junto UNICEF (#tmjUNICEF), programa de voluntariado digital voltado a adolescentes e jovens de 16 a 24 anos. O programa tem por objetivo engajar a juventude em prol dos direitos de crianças e adolescentes. O grupo será capacitado com informação e metodologias para atuar digitalmente – neste momento de isolamento social – e também presencialmente em suas comunidades, quando terminarem as restrições de contato. Desde 2018, a Iniciativa Global de Voluntariado tornou-se o canal oficial de engajamento de pessoas com os programas do UNICEF em diversos países. No mundo todo, voluntárias e voluntários estão apoiando suas comunidades com informação e ajuda direta, seguindo normas de segurança.

O voluntário do Unicef Brasil também utiliza sua influência digital para democratizar o acesso à informação, falando sobre direitos de civis, políticos, sociais, democracia, direitos constitucionais e de cidadania em seus canais digitais. Recentemente, Wagner, Estagiário da Justiça Federal publicou um artigo abordando a participação sociopolítica, ativismo negro e o direito ao voto.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o UNICEF busca adolescentes e jovens que atuem ativamente nas redes sociais enfrentando notícias falsas e promovendo os direitos de crianças e adolescentes. “No Brasil, a nossa primeira aposta é enfrentar as fakes news com a ajuda de voluntários. A informação baseada em evidência científica tem sido sistematicamente afetada por notícias falsas, principalmente neste momento de emergência de saúde, o que acaba atraindo o engajamento das pessoas pelos motivos errados. Todos perdem com isso, incluindo as crianças e os adolescentes, que acabam tendo seus direitos desprezados”, explica o coordenador do programa de voluntários do UNICEF no Brasil, Rafael Medeiros.

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